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20 janeiro 2015

Homem é diagnosticado com Síndrome de Asperger e decide usar a arte para combater a doença.

Raj Singh Tattal é um britânico que levou décadas de sua vida para finalmente conseguir se encontrar no mundo e desempenhar da melhor maneira o que obsessivamente sempre gostou de fazer: desenhar durante horas. Essa mudança ocorreu depois que ele que foi diagnosticado com a Síndrome de Asperger, uma doença de desordem genética que faz parte do espectro do autismo, mas com algumas diferenças, pois quem tem Asperger não apresenta grandes distúrbios na fala nem de ordem cognitiva, mas tem dificuldades de interação social e comunicação. Antes do diagnóstico, as pessoas achavam que ele estava deprimido, pois se trancava muito tempo no quarto, quando na verdade o que o deprimia era sair dele. Como resultado de tanta incompreensão, Tattal teve problemas com bebida e não conseguia se encaixar em nenhum trabalho. Mas hoje ele se encontrou e faz espetaculares desenhos em preto e branco em grafite e carvão, que o tornaram conhecido como o ‘Pen-Tacular-Artist’. “Tive amigos no passado, mas no momento, não tenho nenhum. Não bebo mais, apenas desenho e estou mais feliz do que nunca”, disse em uma entrevista à BBC britânica. Veja alguns de seus incríveis desenhos:


25 outubro 2013

Jovem busca tratamento há 2 anos para doença rara que afeta perna.

Uma jovem de Santa Clara do Sul, município de 5,7 mil habitantes na região do Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, tenta há mais de dois anos conseguir tratamento para uma doença rara no sistema público de saúde. Paula Eckhardt, de 23 anos, é portadora da síndrome de Klippel-Trénaunay-Weber, ainda considerada incurável pela medicina, mas que pode ser controlada.
“Os médicos disseram que uma doença muito rara, que altera as ramificações das veias e artérias”, conta ao G1 a jovem, que ainda não conseguiu tratamento para seu caso.
Desde que nasceu, ela convive com a enfermidade, que no caso dela afeta a perna direita, 2,75 centímetros maior e mais pesada que a esquerda, em função da hipertrofia. Durante anos, ela buscou tratamento para a doença, mas esbarrou na falta de especialistas habilitados e de recursos financeiros.
Segundo o relato da jovem, aos 14 anos de idade ela pediu para a família desistir de procurar tratamento, depois de percorrer vários hospitais e clínicas no Rio Grande do Sul e até de outros estados. Em 2011, no entanto, a doença começou a se agravar e ela decidiu buscar ajuda novamente.
Paula Eckhardt doença rara santa clara do sul (Foto: Arquivo Pessoal)
Paula diz que especialista de São Paulo é um dos

únicos do país a ter sucesso no tratamento

da doença (Foto: Arquivo Pessoal)
“Foi uma longa caminhada, até que acabei me aceitando assim. Mas com os problemas na coluna se agravando e as feridas abrindo na minha perna, tive que retornar à busca”, explica a jovem, que sofre de dores na região lombar em função da doença.
No fim de 2011, após uma consulta com um médico em Porto Alegre,  foi encaminhada para um profissional em São Paulo, especialista no tratamento dessa doença. A consulta foi feita em fevereiro de 2013 e resultou em um prognóstico de tratamento positivo. A maior dificuldade para Paula seria cobrir os custos do tratamento.
“Só o exame necessário para iniciar é R$ 17 mil. Depois há despesas com o restante o tratamento, o que é incerto, além das viagens e estadia em São Paulo. Minha família não tem condições de cobrir esses custos”, diz a jovem, que trabalha em um hospital deLajeado.  
Paula então procurou a Secretaria de Saúde de Santa Clara do Sul. Ele conta que apresentou diversos laudos médicos e todos os documentos solicitados pelo órgão, mas nunca obteve resposta sobre a possibilidade de tratamento. Ela diz que, em uma das visitas, ouviu da secretária que o município, de pequeno porte, não teria condições de arcar com os custos.
Alguns meses depois, o caso foi repassado à 6ª Coordenadoria Regional de Saúde (6ª CRS), vinculada à secretaria estadual, com sede em Lajeado. Em junho, ele diz que foi informada pelo órgão que seria encaminhada para tratamento no Hospital de Clínicas, em Porto Alegre, mas até agora nada foi feito.
“Cheguei a fazer uma rifa do meu carro, mas o ganhador não quis ficar com ele e acabei vendendo. Com isso, só consegui dinheiro para custear o exame inicial, mas não o restante do tratamento em São Paulo”, lamenta a jovem.
Procurada pelo G1, a secretária de Saúde de Santa Clara do Sul, Iara Cristina Kohlrausch, diz que o caso de Paula é de alta complexidade e compete ao estado fazer o tratamento. Ela afirma que um processo foi aberto junto à Secretaria Estadual de Saúde.
“Semanalmente, entro em contato com o central para ver com está essa situação. Estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance. Se dependesse de nós, essa paciente já teria feito tratamento há muito tempo”, diz Iara.
O coordenador da 6ª CRS, José Harry Saraiva Dias, diz que Paula foi cadastrada na Central Estadual de Regulação Ambulatorial, responsável pelo gerenciamento dos procedimentos agendados pelo SUS no estado, em 16 de abril de 2012. Ele salienta que ela deverá ser atendida em um hospital-escola do estado, habilitado para esse tipo de tratamento.


"Essa paciente está cadastrada com prioridade um, a mais alta. Infelizmente, ainda não há oferta de tratamento para o caso dela. Ela pode achar que está desamparada por causa da demora, mas o caso está sendo encaminhado", afirma Dias.
Para saber como ajudar, basta enviar um e-mail para a jovem pelo endereço: eckhardt.paula@hotmail.com

08 outubro 2013

A VIDA QUE VOCÊ ESCOLHEU


Texto, direção e fotografia // RENATO CABRAL
Locução // LEANDRO SOSI
Trilha sonora original e mixagem // MAURÍCIO WINCKLER
Composição dos arranjos de cordas // GIORDANO PAGOTTI 
Gravação cordas // RODRIGO NEPOMUCENO
Gravação locução // PAULO MENEZES
Masterização // BETO ROSA
Stead Cam e Slide // JOÃO MOTTA
Montagem // LUIS FELIPE PIMENTA
Edição e Finalização // FABRICIO SASSIOTO
Músicos // Maurício Winckler (violão, mandolin, banjo); Mara Paula (vocal); Thiago Calegari (baixo); Giovani Longo (percursão); Liliane Dias (violino); Bryan Marvean (violino); Gabriel Gonçalves (violoncelo); Brunno Thayer (violoncelo).
Tradução // LIVIA FERNANDES
Agradecimentos: Lara Stoque; Maria Bastos; Karoline Cordeiro; Alexandre Viera; Zagaia; Paula Bernardes;

17 setembro 2012

SÍNDROME DO ENCARCERAMENTO


Síndrome do encarceramento: mulher vive paralisada há 15 anos.

Christine Waddell tem síndrome do encarceramento há 15 anos e só consegue mexer os olhos, mas luta para viver
Foto: BBC Brasil

A britânica Christine Waddell vive há 15 anos em uma cadeira de rodas, sem conseguir se mover, alimentar-se ou falar por conta própria. Mesmo assim, sua mente continua funcionando normalmente. Waddell é uma vítima da síndrome do encarceramento - uma paralisia dos músculos do corpo em consequência de AVCs (acidentes vasculares cerebrais) ou de um trauma grave no cérebro. Pacientes como Waddell - a qual sofreu um derrame em 1997 - têm controle apenas sobre o movimento dos olhos.

Hoje, Waddell se comunica com o mundo por meio de sua cuidadora, Carol, que lê a lista de números e letras "ditos" pela paciente com seus olhos. Ainda assim, Waddell tem fé em sua recuperação: "acredito em mim. Tudo pode acontecer", diz ela, em entrevista àBBC.
A síndrome do encarceramento ganhou destaque recente na Grã-Bretanha com a história de Tony Nicklinson, vítima da paralisia que pedia na Justiça o direito de morrer com a assistência de médicos. Nicklinson afirmava que sua vida havia se tornado um pesadelo desde que adquirira a síndrome do encarceramento, mas seu pedido de suicídio assistido foi recusado pela Justiça da Grã-Bretanha. O britânico acabou morrendo em agosto.
"Normal"
Waddell defende a causa de Nicklinson, mas afirma que, ao contrário dele, tem vontade de viver. "Acho que ele estava certo quanto ao direito de terminar sua própria vida. Mas é uma questão individual, sobre como cada um se sente. Você se acostuma, então (a condição) já é normal para mim", opina a britânica.
Ela diz que "sempre acreditou" que se recuperaria, sensação reforçada, há oito anos, ao sentir o movimento dos dedos do pé. "Vou me recuperar, porque eu realmente quero." Ainda assim, não esconde o sofrimento causado pela síndrome do encarceramento.
"Antes do meu derrame, eu era uma pessoa cheia de energia. Adorava dar risada", conta. "Lembro-me como se fosse ontem do dia em que tive o derrame. Estava deitada e passei mal. O telefone estava tocando, mas não conseguia enxergar o suficiente para atendê-lo".
Risadas e Facebook
Carol, a cuidadora, explica que a comunicação com Waddell se dá por uma tabela com as letras do alfabeto. A paciente pisca a cada letra de cada linha que ela quer usar para formar uma frase.
E, apesar de não conseguir falar, Waddell consegue rir - algo que ela faz quando Carol revela à reportagem daBBC que a paciente ainda gosta de tomar dois drinques de vodca por semana. Waddell diz também que as redes sociais são uma importante ferramenta para sua comunicação. "Facebook e coisas do tipo melhoraram a minha vida, porque me permitem fazer contato com os meus amigos", relata. FONTE

PALESTRA SOBRE DOENÇAS RARAS


Convidamos todos para participarem do ciclo de palestras sobre doenças raras
que fazem parte do projeto
“Doenças Raras e as Deficiências”
Dia  22 de Setembro  de 2012 - A partir das 8h30
Local: -  Endereço: Rua Desembargador Francisco Murilo Pinto, 33 - Vila Sta. Luzia -São Jose dos Campos -SP   
9:00  Mesa com a presença do Presidente  do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência Sr Wanderley de Assis e do Núcleo Regional VII do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência .   Apresentação   PROFESSOR OROSCO  MAPA DAS DEFICIENCIA 
9:45 – Dra. Mônica Órfão – Neurologista  de S.J.Campos
Doença de Pompe    
10:45 – Dra Tatiana Cavalleiro Camargo
Medica especialista em Alergia e Imunologia pela UNIFESP
Intervalo
13:00 Workshop com o Dr. Esquindolele  (clow de hospital ) - Operação Conta Gotas
13:15 Michele Moussa – Tema  Porfiria
14:00 Palestra  Angioedema Hereditário Raquel  
14:45 Síndrome de Williams
Psicopedagoda Especialista em Deficiência Intelectual
Vera Alice A.S. Amaral
Realização:
GEDR - Grupo de Estudo de Doenças Raras
CEAPCD - Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência
Apoio:
SEDPCD - Secretaria de estado dos direitos das pessoas com deficiência

09 agosto 2012

CAMPANHA REALISTA DE CÂNCER DE MAMA



Milhares de mulheres são diagnosticadas com câncer de mama todos os anos, e a doença é a principal causa de morte entre mulheres de 15 a 40 anos. Muitas campanhas de conscientização sobre o problema e métodos de prevenção (necessidade do exame de mama) são feitas ao redor do mundo. Uma das mais conhecidas é o Outubro Rosa, em que inúmeros sites são decorados por banners exibindo o famoso lacinho rosa, símbolo da campanha.
Em oposição a esse tipo de campanha “gracinha” foi criado o SCAR Project, que mostra os resultados de cirurgias para a retirada de mamas, muitas vezes necessárias nestes casos. O objetivo é conscientizar através do choque, mostrar qual terrível esse problema pode ser para uma mulher. E que, apesar de tudo, a vida continua (“e é bonita e é bonita…”).
São fotos de mulheres, acima de 18 anos, expondo o seu corpo e cicatrizes após a cirurgia. Fotos ao mesmo tempo chocantes e delicadas. Grotescas e bonitas. Não caem no sensacionalismo barato, nem na polêmica pela polêmica. O fotógrafo responsável, David Jay, está de parabéns pelo projeto. FONTE

09 maio 2012

Sintomas de Doença de Pompe.

Se você apresenta um ou mais destes sintomas, procure um ambulatório de neurologia.
Dificuldade para subir escadas.
Dificuldade para andar.
Dificuldade respiratória que pode piorar ao deitar.
Distúrbio respiratório no sono.
Dificuldade para se levantar das posições sentada ou deitada.
Fadiga.
Escápula alada.
Câimbras.
Escoliose.
Fraqueza muscular.
Dor muscular crônica.

06 fevereiro 2012

Com doença desconhecida, menina para de se desenvolver aos 4 meses


Dentro da água, sem sentir seu peso, Jessica consegue flutuar e se movimentar facilmente. Ela tem dificuldade de sustentar peso nas pernas, mas dentro .... Foto: BBC BrasilDentro da água, sem sentir seu peso, Jessica consegue flutuar e se movimentar facilmente. Ela tem dificuldade de sustentar peso nas pernas, mas dentro da água, ela é como qualquer criança de sua idade
Foto: BBC Brasil
Uma britânica está tentando chamar atenção para uma doença genética que fez com que sua filha praticamente parasse de se desenvolver quando tinha quatro meses de idade e que pode fazer com que ela nunca ande ou fale.
A filha mais jovem de Emma Hawley, Jessica, hoje com um ano e meio, tem uma síndrome que passou a ser descrita pelo termo genérico Swan (sigla em inglês para Síndrome Sem Nome), já que nenhum médico conseguiu fazer um diagnóstico preciso.
Não se sabe exatamente quantas crianças são afetadas por problemas de saúde desconhecidos, mas Hawley está tentando fazer com que médicos e a população em geral discutam mais o assunto. Ela conta que desde cedo percebeu que havia algo errado com sua filha.
"Jessica simplesmente parou de se desenvolver. Ela começou a despencar nas tabelas de peso e altura e só ficava lá, deitada, em seu próprio mundo. Com quatro ou cinco meses, você espera que o bebê comece a sorrir e seguir você com os olhos..."
"Eu comecei a duvidar das minhas desconfianças e, em família, ninguém gosta de admitir que acha que há algum problema."
"Montanha-russa emocional"
Médicos disseram inicialmente que o bebê tinha refluxo e receitaram remédios, mas, após seis semanas, Jessica ainda não havia melhorado. Nesta altura, Hawley já estava extremamente preocupada. Como já tinha uma filha mais velha, ela sabia que Jessica não tinha alcançado alguns dos marcos do desenvolvimento dos bebês.

Mesmo após passar por diversos testes e exames, não foi possível descobrir qual era o problema de Jessica. A família decidiu, então, levar a menina a um médico particular que pediu uma ressonância magnética. O resultado permitiu apenas que o especialista identificasse que havia algo errado e que é possível que a menina nunca ande ou fale normalmente.
"Você não tem nenhuma ideia de qual será o futuro da criança", diz Lauren Roberts, da ONG Swan UK, criada para oferecer apoio e informação a famílias de crianças com problemas genéticos não-identificados. "Se você não tem um diagnóstico, você não sabe se eles alguns dia vão andar, falar, ou qual será sua expectativa de vida. Você passa a sua vida inteira nessa constante montanha-russa emocional de testes e mais testes com resultados negativos e com ninguém sendo capaz de responder suas perguntas."
"Eles podem até mapear todo o seu código genético, sem descobrir a raiz do problema. Isso acontece principalmente porque (a origem do problema) é uma alteração tão mínima no código genético que não aparece nos testes", diz Roberts, que afirma já ter sido procurada por 250 famílias desde a criação da organização há seis meses. Segundo ela, há estimativas de que algo entre 30 e 50% das crianças com problemas de aprendizado sofrem de uma síndrome desconhecida.
"Quando as famílias nos procuram, são sempre as mesmas questões: elas se sentem extremamente isoladas, sentem como se vivessem em um limbo, porque ninguém consegue lhes dar respostas."
Água
Jessica faz aulas de natação desde as cinco semanas de idade. Como instrutora de natação para crianças, Hawley percebeu que, mesmo sem diagnóstico ou plano de tratamento, o tempo na piscina poderia ser útil para ajudar o desenvolvimento muscular de sua filha.

"Dentro da água, sem sentir seu peso, Jessica consegue flutuar e se movimentar facilmente. Ela tem dificuldade de sustentar peso nas pernas, mas dentro da água, ela é como qualquer criança de sua idade."
"É um alívio tão grande vê-la na água, boiando e se divertindo, sem nenhuma preocupação, como qualquer criança saudável", diz Hawley. Os pais de Jessica estão começando a se conformar com a possibilidade de que eles podem nunca descobrir o que a menina tem.
Ainda assim, ele se dizem otimistas e vêm buscando chamar atenção para o problema, além de ajudar outras famílias passando por experiências semelhantes.
"Fomos ao Hospital Infantil de Birmingham em dezembro e vimos um pediatra lá. Eu disse: 'Ela tem uma síndrome sem nome' e ele respondeu: 'Ah, nunca ouvi falar dessa'".
"No momento, eu não tenho nada para pesquisar... Google é uma coisa ótima, mas também é ruim, porque você acaba se agarrando a qualquer informação."

01 fevereiro 2012

Seminário sobre doenças raras acontece em Mauá em parceria com o Núcleo 2 do CEAPcD


Seminário sobre Doenças Raras:

Data: 25/02/2012

Local: Câmara Municipal da Cidade de Mauá/SP.

Maiores informações:
Sr. Marcos Teixeira
Fones:11- 36836852 e 11-89425060

Sra. Heloisa Carneiro

Presidente do Núcleo Regional II do Conselho Estadual de Assuntos para Pessoa com Deficiência do estado de São Paulo

Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência – SDPD.

Estrada dos Pinheiros, 1420 – Jd. Paulista – Barueri – SP

CEP 06449-000 Fone 4194-0252 R 131

sdpd.nucleo2@ barueri.sp.gov.br

25 janeiro 2012


Reuniao do GEDR Conselho Estadual , Núcleo X e Coordenadoria de Defesa de Politicas Para Pessoas com Deficiência de Santos

Nesta quarta feira  o GEDR desceu a serra para uma reuniao de trabalho 
O objetivo é organizar a Caravana de Entidades de Pacientes com Doenças Raras para o Litoral Sul e Vale do  Ribeira 
Estiveram presentes o Sr  Wanderley de Assis Presidente do Conselho Estadual Para Assuntos da Pessoa com Deficiência  , a Sra Vera Muller Presidente do Nucleo X do Conselho  e o Sr. Luciano Marques  Coordenador Municipal da Prefeitura de Santos  que gentilmente  apresentarão  nossa proposta para uma reuniao no próximo dia 30/03 em sua região congregando os municípios de:
Barra do Chapéu;Itapirapuã Paulista;Apiaí;Itaóca;Iporanga;Ribeira;Adrianópolis.Eldorado;Sete Barras.Registro;Pariquera-Açu;Iguape.São Lourenço da Serra;Juquitiba;Tapiraí.Miracatu.Pedro de Toledo;Juquiá.Itariri Iguape.Barra do Turvo.Jacupiranga;Cajati Cananéia;Ilha Comprida , Bertioga, Cubatão,        Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande,Santos, São Vicente

16 dezembro 2011

SEMINÁRIO DOENÇAS RARAS E DEFICIÊNCIAS



SEMINÁRIO DOENÇAS RARAS E DEFICIÊNCIAS
INFORMAÇÃO, ACESSIBILIDADE E PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS
DATA 17/12/2011 DAS 9:30 ÀS 16:00
LOCAL: CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

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