VEJAM O VÍDEO DO DIA QUE ESQUECI MINHA CADEIRA DE RODAS NA QUADRA
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05 abril 2017
21 agosto 2014
COMO EMPINAR A CADEIRA DE RODAS COM SEGURANÇA
O cadeirante Wilson arrumou uma maneira criativa para quem quer aprender a empinar a cadeira de rodas sem o perigo de cair pra traz e se machucar e postou no seu canal do youtube, ele amarrou uma corda em uma arvore e a outra ponta na cadeira de rodas podendo praticar sem risco de acidente, kkkk, muito bom, rs
22 junho 2014
TEM UM CADEIRANTE NO MEIO DESTES LOUCOS
Saltos incríveis sobre rodas inclusive sobre cadeira de rodas.
30 setembro 2013
Motoristas param na vaga preferencial para pessoas com deficiência e tem o carro cercado por cadeiras de rodas.
Parabéns a Secretaria de transito de Vila Velha por realizar esta campanha cercando os carros dos péssimos "motoristas" com cadeiras de rodas ao pararem em vagas para pessoas com deficiência.
Infelizmente alguns "motoristas" não respeitam as vagas preferenciais e fazem da vida das pessoas com deficiência um pouco mais difícil.
Ví isso no FaceBook do Portal PCD Online
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12 agosto 2013
CADEIRA MOVIDA A ENERGIA SOLAR GARANTE AUTONOMIA DE PESSOAS COM DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO NA PRAIA
VÍDEO DE UMA CADEIRA MOVIDA A ENERGIA SOLAR QUE POSSIBILITA QUE PESSOAS COM DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO ENTREM NO MAR SEM A AJUDA DE OUTRAS.
A CADEIRA CORRE EM UM TRILHO QUE LEVA O USUÁRIO DA AREIA ATÉ DENTRO DA ÁGUA.
06 junho 2013
Paralisia cerebral de filho leva mãe às ruas por R$ 6 mil para cadeira de roda.
UNS PEDEM ESMOLAS OUTROS PEDEM AJUDAS E VOCÊ, O QUE FAZ ?
Menino precisa também de andador e de uma órtese para a mão direita.
Kauan Margutti mora em São Carlos e sofre com o problema há 4 anos.
Fabio RodriguesDo G1 São Carlos e Araraquara
Mais uma mãe de São Carlos (SP) recorre às ruas da cidade para pedir ajuda devido a um problema de saúde do filho. Desta vez, a operadora de caixa Pamela Trevisan Margutti realiza uma campanha nos semáforos com o objetivo de arrecadar R$ 6 mil para comprar três equipamentos para Kauan de Jesus Margutti Santana, de 4 anos, que sofre de paralisia cerebral desde o nascimento. O menino precisa de uma cadeira de rodas, um andador e uma órtese para a mão direita. A ação de Pamela lembra a de outras duas mães que fizeram o mesmo no município em busca de recursos.
Pamela, que iniciou o movimento por meio das redes sociais, conta com a ajuda de familiares e amigos da loja de calçados em que trabalha para atuar no pedágio solidário. Na noite de quarta-feira (5), eles arrecadaram R$ 1,1 mil. Na terça-feira (4), a ação rendeu R$ 1 mil e na segunda (3), quando começaram, conseguiram R$ 900. “Com fé em Deus a gente vai conseguir. A população sãocarlense é solícita e ajuda muito”, disse a mãe ao G1.
Segundo ela, o problema do filho se deve a complicações durante o parto, realizado em abril de 2009 na cidade. A criança teve dificuldades para nascer e precisou ser retirada com um fórceps.
Pamela, que iniciou o movimento por meio das redes sociais, conta com a ajuda de familiares e amigos da loja de calçados em que trabalha para atuar no pedágio solidário. Na noite de quarta-feira (5), eles arrecadaram R$ 1,1 mil. Na terça-feira (4), a ação rendeu R$ 1 mil e na segunda (3), quando começaram, conseguiram R$ 900. “Com fé em Deus a gente vai conseguir. A população sãocarlense é solícita e ajuda muito”, disse a mãe ao G1.
Segundo ela, o problema do filho se deve a complicações durante o parto, realizado em abril de 2009 na cidade. A criança teve dificuldades para nascer e precisou ser retirada com um fórceps.
(Foto: Pamela Trevisan Margutti/Arquivo pessoal )
“Não quiseram fazer cesárea, disseram que não havia necessidade porque eu tinha dilatação normal. Kauan não reagia e, após ser reanimado, começou a chorar sem parar. Ele ficou mais de 15 dias entubado na UTI [Unidade de Terapia Intensiva] e lá diagnosticaram que ele estava com clavícula quebrada”, lembrou a mãe.
Após ter alta, o menino foi acompanhado por pediatras de São Carlos, mas os pais perceberam que a criança fazia um movimento involuntário nos olhos. Ao consultarem um neurologista, descobriram que o filho tinha paralisia cerebral. Desde então, Kauan faz tratamento com um pediatra ortopedista de Bauru (SP). Apesar da situação, a mãe disse que o esforço compensa. “Ele é muito alegre, contente com tudo, é difícil estar de cara feia. É filho único e o xodó em casa”.
Gastos
Moradora da Vila Prado, Pamela disse que faz o que pode para manter o bem-estar do filho, mas não é fácil. Com uma renda mensal de R$ 980, ela gasta cerca de R$ 600 com a criança. Kauan toma medicação controlada devido às leves convulsões. Ele também utiliza muitas fraldas e realiza a cada seis meses, em média, aplicações de botox nas pernas para impedir o atrofiamento dos músculos.
“O plano de saúde cobre essa aplicações, mas não as consultas e cada vez que precisa é mais R$ 450. Ainda há gastos com gasolina e pedágios no deslocamento até Bauru”, relatou a mãe, que conta com a ajuda do marido para cuidar do filho. Operador de máquinas, Paulo Daniel Moraes precisou deixar o emprego para dar uma atenção especial à criança.
De acordo com os pais, o andador facilitará para que as aplicações de botox tenham um melhor efeito. “Ele precisa ficar ao menos umas três horas em pé e a cadeira é para carregarmos ele, porque já não estamos aguentando o peso no braço. Vai ajudar muito na locomoção”, declarou Pamela.
Após ter alta, o menino foi acompanhado por pediatras de São Carlos, mas os pais perceberam que a criança fazia um movimento involuntário nos olhos. Ao consultarem um neurologista, descobriram que o filho tinha paralisia cerebral. Desde então, Kauan faz tratamento com um pediatra ortopedista de Bauru (SP). Apesar da situação, a mãe disse que o esforço compensa. “Ele é muito alegre, contente com tudo, é difícil estar de cara feia. É filho único e o xodó em casa”.
Gastos
Moradora da Vila Prado, Pamela disse que faz o que pode para manter o bem-estar do filho, mas não é fácil. Com uma renda mensal de R$ 980, ela gasta cerca de R$ 600 com a criança. Kauan toma medicação controlada devido às leves convulsões. Ele também utiliza muitas fraldas e realiza a cada seis meses, em média, aplicações de botox nas pernas para impedir o atrofiamento dos músculos.
“O plano de saúde cobre essa aplicações, mas não as consultas e cada vez que precisa é mais R$ 450. Ainda há gastos com gasolina e pedágios no deslocamento até Bauru”, relatou a mãe, que conta com a ajuda do marido para cuidar do filho. Operador de máquinas, Paulo Daniel Moraes precisou deixar o emprego para dar uma atenção especial à criança.
De acordo com os pais, o andador facilitará para que as aplicações de botox tenham um melhor efeito. “Ele precisa ficar ao menos umas três horas em pé e a cadeira é para carregarmos ele, porque já não estamos aguentando o peso no braço. Vai ajudar muito na locomoção”, declarou Pamela.
Outros casos
Em fevereiro deste ano, a família da aposentada Maria Beatriz Mecca também foi às ruas em busca de recursos para trazer de volta ao Brasil o professor de educação física Renato Mecca, de 33 anos, que ficou quase um mês internado em um hospital de Cingapura após sofrer um acidente de moto na Indonésia.
O custo para a transferência da Ásia para o Brasil era de R$ 270 mil, o equivalente a US$ 170 mil de Cingapura. O valor da diária na UTI era de US$ 2 mil (cerca de R$ 3 mil). As despesas da passagem no valor de R$ 119 mil foram pagas pelo governo brasileiro. Com o dinheiro arrecadado na campanha, cerca de R$ 110 mil, o professor retornou ao país e segue internado no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP).
Em setembro do ano passado, Gislaine Clara Boni iniciou uma campanha para conseguir R$ 120 mil de uma operação para a filha. A menina Caliane Boni Roque da Silva, na época com 10 anos, não conseguia se alimentar pela boca desde que nasceu, somente com o uso de duas bombas infusoras.
Gislaine arrecadou cerca de R$ 50 mil e uma liminar na Justiça obrigou o plano de saúde a custear o tratamento. O dinheiro da campanha continua em uma conta para ser usado em operações plásticas. Após 12 procedimentos cirúrgicos em 11 anos e oito meses de internação no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista, Caliane comeu sem a ajuda de sonda pela primeira vez e pôde voltar para casa.
Gislaine arrecadou cerca de R$ 50 mil e uma liminar na Justiça obrigou o plano de saúde a custear o tratamento. O dinheiro da campanha continua em uma conta para ser usado em operações plásticas. Após 12 procedimentos cirúrgicos em 11 anos e oito meses de internação no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista, Caliane comeu sem a ajuda de sonda pela primeira vez e pôde voltar para casa.
24 agosto 2012
JOÃO VITOR PARTICIPANDO DO CONCURSO "SEJA CAPA DA DESTAQUE"
(Imagem de com foto de Closed do João Vitor e outra de corpo inteiro em sua cadeira de rodas)
João Vitor Figueira de Moraes é um menino muito simpático, carismático e bonito que será um dos
representantes de Regente Feijó no 25º Concurso “SEJA CAPA DA DESTAQUE”, o
evento acontecerá no dia 29 de setembro de 2012, na Associação Prudentina de
Esportes Atléticos (APEA), em Presidente Prudente, eu tive a oportunidade de conhecer essa figura encantadora na REATECH 2012 e foi muito legal, estou torcendo por você João Vitor.
(Foto: Wanderley Marques de Assis, João Vitor e Fábio Olanda em primeiro plano e em suas cadeiras de rodas, atras em pé Gorete Cortez de Alana Olanda )
O João Vitor conta com o apoio dos
Super Mercados Estrela de Regente Feijó/Região e Oficina Ipiranga de Presidente
Prudente.
02 maio 2012
Cadeirante cai de ônibus em movimento.
Mais absurdo que a menina de 9 anos que usa cadeira de rodas ter caído do ônibus com a sua mãe o que já é inaceitável foi o fato do motorista não ter parado para socorrer.
Vejam o filme e comentem este post, temos que expressar o que pensamos sobre estes péssimos profissionais.
25 março 2012
Mãos ao alto, isso é um assalto !!!
O participante do grupo PESSOA COM DEFICIÊNCIA DO FACE BOOK Nilo Novaes fez uma comparação entre o preço de uma Bicicleta e uma cadeira de rodas provocando uma reflexão sobre a exploração que o mercado faz com os produtos voltados para pessoas com deficiência.
Diante da importância do assunto nosso blog esta divulgando este post no sentido de contribuirmos na divulgação deste disparate.
19 março 2012
02 fevereiro 2012
26 janeiro 2012
Pessoas com deficiência podem pegar empréstimos de até R$ 30 mil
Pessoas com deficiência que ganham até dez salários mínimos por mês poderão ter acesso a financiamentos de até R$ 30 mil com recursos do microcrédito. O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou hoje (26) que os bancos apliquem os recursos destinados a esse tipo de operação, que tem juros mais baixos que as linhas comuns de crédito.
Atualmente, os bancos são obrigados a destinar 2% dos depósitos à vista para o microcrédito, o que totaliza cerca de R$ 1 bilhão disponíveis. Agora, parte desses recursos também poderá ser usada para financiar a compra de bens e serviços que ajudem a locomoção de pessoas com deficiência, como cadeira de rodas e próteses.
Nos próximos dias, os ministérios da Fazenda, da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos editarão uma portaria com a lista dos bens e serviços que podem ser financiados com recursos do microcrédito.
Segundo o chefe do Departamento de Normas do Banco Central, Sérgio Odilon dos Anjos, o CMN regulamentou medida provisória de novembro do ano passado que estendeu o microcrédito à compra de bens destinados a pessoas com deficiência. Esses empréstimos, no entanto, só podem ser concedidos a quem recebe até dez salários mínimos e estão limitados a R$ 30 mil por beneficiário.
O CMN também estabeleceu condições para os bancos emprestarem às pessoas com deficiência com recursos do microcrédito. Primeiramente, os juros efetivos não poderão ser maiores que 2% ao mês. Além disso, o valor da taxa de abertura de crédito (TAC) não poderá ser superior que 2% do valor total do empréstimo. As operações também deverão ter prazo mínimo de 120 dias (quatro meses). Esse prazo pode ser menor, desde que a TAC seja reduzida na mesma proporção.
De acordo com Sérgio Odilon, a autorização para esses empréstimos não terá impacto na concessão de microcrédito destinado a investimentos produtivos. Até julho de 2013, os bancos terão de destinar 80% da parcela de 2% dos depósitos à vista para o microcrédito produtivo orientado (MPO). "O restante poderá ser oferecido para o microcrédito para consumo ou para os empréstimos a pessoas com deficiência", esclareceu.
19 dezembro 2011
Blog vai dar cadeira de rodas de prêmio.
Um presentão de Natal!
Meu povo, chegou a hora que muuuita gente estava esperando. Sim, o tio não vai abandonar ‘ceitudo’ no Natal e vai ter presente sim!!!!
Está lançado, a partir de agora (5/12), o concurso cultural “Papai Noel, não se esqueça do meu cavalo novo”! Uhrúúúú
O blog, juntamente com o patrocínio supimpa da Mobility Brasil e Otto Bock Brasil, vai dar para frase mais bacanuda, mais melhor de boa, mais ‘maraviwonderful’... tchanannnnnn... uma das melhores cadeiras de rodas do mundoooooooo! 
“Tio, pelamor, para de enrolar e fala qualé esse cavalo bão que o campeão ganhará?”
“Zente”, graças aos barões
da Mobility e da Otto Bock, o primeiro colocado vai levar para casa, em qualquer lugar do Brasil, sil, sil, uma “Blizzard” manual, uma bichona levinha, muito bonita, extremamente usual e moderna. Clica o bozo que eu mostro direitinho qual é. 
A cadeira será feita conforme manda o figurino. O vencedor (ou vencedora, craro, crovis
) irá repassar as medidas e a cor que prefere para a Mobility, que irá acertar a produção com a Otto Bock. A entrega vai depender do tempo em que as demandas técnicas forem resolvidas, mas é rápido!
Fico mais feliz que porco no lixo ao poder ser uma ponte de um presente tão valioso assim (é uma das cadeiras mais caras do mercado
). Mas nããão é só isso! O segundo e o terceiro colocados também serão presenteados!!!!
O segundão leva para casa uma cadeira de banho “legalzuda” da Ortomix, modelo standard plus (olha na florzinha
). O terceirão ganha uma banqueta de banho. Todo mundo vai ficar mais cheiroso que filho de barbeiro em 2012! 
“Véio doido, como vai funcionar?”.
Seguinte: até o dia 20 de dezembro (é pouco tempo de inscrição), os concorrentes precisam mandar para o emailjairo.marques@grupofolha.com.br uma mensagem de felicitações de final de ano.
As mais originais e mais representativas para as marcas (o blog, a Mobility e a Otto Bock) levam os prêmios. Vocês podem enviar quantas frases quiserem, mas atenção: o título da mensagem precisa ser: “Papai Noel, não se esqueça do meu cavalo novo”.
Peço que vocês espalhem essa oportunidade para o maior número de pessoas. Tem muuuita gente que precisa de uma cadeira de rodas funcional e moderna para levar a vida e, agora, tem uma oportunidade bacana de ganhar.
Coloquem o link do post nas redes sociais, mandem para os amigos, vamos agitar meu povo!!!
Os jurados que vão escolher as melhores frases serão: a repórter fantástica Flávia Cintra, o meu querido leitor Thiago Pellizzaro, do Rio Grande do Sul, e eu, oficourse!
Vamos, resumidamente, às regras:
- Mande uma mensagem de Natal para o emailjairo.marques@grupofolha.com.br. Podem concorrer pessoas de todo o Brasil
- O título da mensagem precisa ser “Papai Noel, não se esqueça do meu cavalo novo” (emails sem esse assunto no título serão desconsiderados)
- Mande quantas mensagens quiser. Mas elas precisam chegar até a 23h59 do dia 20 de dezembro
- A melhor mensagem, escolhida pelo júri, ganha a cadeira de rodas modelo Blizzard, que será entregue pela Mobility Brasil, a segunda melhor, a cadeira de banho, a terceira melhor, uma banqueta de banho
- Qualquer pessoa pode concorrer, mas o prêmio só será entregue para um cadeirante, que precisa comprovar que será o verdadeiro dono do mimo. Assim, um andante poderá mandar frase, mas terá de presentear, caso seja o vencedor, o prêmio para um cadeirante.
Boa sorte a todos e borá já mandar suas frases!!!
Em tempo: Não há nenhuma vantagem financeira ou outra entre o blog e as empresas que patrocinaram o prêmio. Qualquer questão alheia às regras será solucionada pelo corpo de jurados do concurso.
17 agosto 2011
BOTINHA DE GESSO
Hoje fui com o meu irmão em uma loja de artigos esportivos aqui em nossa cidade pra procurarmos umas botinhas usadas por mergulhadores já que pretendo fazer canoagem e com aquelas botinhas os pés ficam mais protegidos, ( sabe como é pé de aleijado é muito sensível ), pois bem, olhei algumas opções e resolvi que voltaria mais tarde ou outro dia pra buscar um par, como sempre antes de sair temos que dar uma volta na loja que mais parece um parque de diversões, você por experimentar os equipamentos, bolas, jogar nas mesas montadas la e tem até uma mini quadra de um esporte bem legal com raquetes e um tipo de petéca de plástico ( Badminton ) que eu e meu irmão sempre que vamos na loja não resistimos e damos umas raquetadas naquela petequinha, rsrs, hoje não foi diferente só que na segunda buscada que eu dei com a raquete esticando o meu corpo para frente mais que o limite do equilíbrio minha cadeira de rodas simplesmente levantou as duas rodas traseiras me despejando no chão igual um saco de batatas, kkkkkk.
Resultado, cai em cima do pé que doeu de mais na hora, depois de algumas horas fui ao medico que tirou uma ( chapa ) e constatou que não tinha quebrado nada mais estava muito machucado e inchado então voltei pra casa de botinha mais não a que eu quero comprar e sim uma botinha de gesso.
Não pague caro por coisas que você mesmo pode fazer, inclusive pela internet
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29 julho 2011
Ajude-nos a divulgar.
Precisamos da sua visita!
Por favor ajude-nos a divulgar reenvie a todos seus contatos.
07 julho 2011
FÉRIAS DO BASQUETE "SAUDADE"
Nosso time de basquete em cadeira de rodas esta de férias apartir de hoje mais é só uma semana sem treino e dia 19 estamos de volta a quadra até porque estamos no meio do campeonato paulista e evoluindo a cada jogo.
Esta é a primeira vez que participamos de um campeonato e o paulista tem uns times muito bons que dão muito trabalho em quadra.
Temos o pé no chão e sabemos de todas as dificuldades que um time de iniciantes enfrenta no torneio além de outras questões que nos fazem voltar as nossas atenções a evolução que nosso time vem sofrendo desde o início do torneio.
Bom, agora me resta esperar o retorno dos nossos treinos para matar a saudade que já esta me dando, rsrsrs, Paixão é paixão.
23 abril 2011
Futebol em cadeira de rodas motorizada.
Power Soccer este esporte eu nunca tinha visto, legal que existe.
18 abril 2011
18 fevereiro 2011
CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL
Dia 12 de fevereiro o time de basquete em cadeira de rodas de São José dos Campos receberam a visita de 2 classificadores profissionais da Federação Paulista para fazer a classificação funcional dos jogadores da equipe.
Classificação Funcional
Atualizado em 29/10/2010 11:34
Conheça a classificação Funcional
O primeiro tipo de classificação para pessoas com deficiência física foi desenvolvido ainda no início do esporte para deficientes, que ocorreu na Inglaterra, em 1944, por meio de médicos e especialistas da área de reabilitação.
Com o número crescente de atletas, a melhora considerável da performance e os avanços tecnológicos, muitas modificações têm sido feitas na tentativa de realinhar o esporte de alto rendimento para deficientes a uma classificação que acompanhe essa evolução.
Conceitualmente, a classificação utilizada hoje na prática do desporto adaptado constitui-se em um favor de nivelamento entre os aspectos da capacidade física e competitiva, colocando as deficiências semelhantes em um grupo determinado. Isso permite oportunizar a competição entre indivíduos com várias seqüelas de deficiência, pois o sistema de classificação eficiente é o pré-requisito para uma competição mais equiparada.
O Comitê Paraolímpico Internacional reconhece cinco categorias de deficiência para a participação em competições do IPC: paralisados cerebrais, deficientes visuais, atletas em cadeira de rodas, amputados e les autres.
Aqui no País
No Brasil, o método foi usado pela primeira vez em 1984, no campeonato de Basquete de Rodas (ABRADECAR). Na década de 90, com a introdução da classificação funcional no basquete, também foram propostas mudanças no atletismo.
Como Funciona a Classificação
Cada esporte determina seu próprio sistema de classificação, baseado nas habilidades funcionais, identificando as áreas chaves que afetam o desempenho para a performance básica do esporte escolhido. A habilidade funcional necessária independe do nível de habilidade ou treinamento adquirido. Um atleta que compete em mais de um esporte recebe uma classificação diferenciada para cada modalidade.
A equipe de classificação pode ser composta por três profissionais da área de saúde: médico, fisioterapeuta e um professor de Educação Física. A classificação é realizada em três estágios: médico, funcional e técnico.
Com o número crescente de atletas, a melhora considerável da performance e os avanços tecnológicos, muitas modificações têm sido feitas na tentativa de realinhar o esporte de alto rendimento para deficientes a uma classificação que acompanhe essa evolução.
Conceitualmente, a classificação utilizada hoje na prática do desporto adaptado constitui-se em um favor de nivelamento entre os aspectos da capacidade física e competitiva, colocando as deficiências semelhantes em um grupo determinado. Isso permite oportunizar a competição entre indivíduos com várias seqüelas de deficiência, pois o sistema de classificação eficiente é o pré-requisito para uma competição mais equiparada.
O Comitê Paraolímpico Internacional reconhece cinco categorias de deficiência para a participação em competições do IPC: paralisados cerebrais, deficientes visuais, atletas em cadeira de rodas, amputados e les autres.
Aqui no País
No Brasil, o método foi usado pela primeira vez em 1984, no campeonato de Basquete de Rodas (ABRADECAR). Na década de 90, com a introdução da classificação funcional no basquete, também foram propostas mudanças no atletismo.
Como Funciona a Classificação
Cada esporte determina seu próprio sistema de classificação, baseado nas habilidades funcionais, identificando as áreas chaves que afetam o desempenho para a performance básica do esporte escolhido. A habilidade funcional necessária independe do nível de habilidade ou treinamento adquirido. Um atleta que compete em mais de um esporte recebe uma classificação diferenciada para cada modalidade.
A equipe de classificação pode ser composta por três profissionais da área de saúde: médico, fisioterapeuta e um professor de Educação Física. A classificação é realizada em três estágios: médico, funcional e técnico.
Avaliação Médica
Na parte médica é feito um exame físico para verificar exatamente a patologia do atleta bem como sua inabilidade que afeta a função muscular necessária para um determinado movimento. As informações são descritas em fichas apropriadas e arquivadas no banco de dados do CPB.
Avaliação Funcional
Na avaliação funcional são realizados testes de força muscular, amplitude de movimento articular, mensuração de membros, coordenação motora, evidenciando os resíduos musculares utilizados para a performance na prova.
Na parte médica é feito um exame físico para verificar exatamente a patologia do atleta bem como sua inabilidade que afeta a função muscular necessária para um determinado movimento. As informações são descritas em fichas apropriadas e arquivadas no banco de dados do CPB.
Avaliação Funcional
Na avaliação funcional são realizados testes de força muscular, amplitude de movimento articular, mensuração de membros, coordenação motora, evidenciando os resíduos musculares utilizados para a performance na prova.
Avaliação Técnica
Por último vem a avaliação técnica que consiste na demonstração da prova realizada utilizando as adaptações necessárias. São observados os grupos musculares na realização do movimento, técnica utilizada, prótese e ortese utilizada.
Durante a competição, os classificadores poderão continuar observando os atletas. O objetivo é analisar todos os aspectos possíveis. O classificador poderá monitorar uma classificação durante vários eventos.
Por último vem a avaliação técnica que consiste na demonstração da prova realizada utilizando as adaptações necessárias. São observados os grupos musculares na realização do movimento, técnica utilizada, prótese e ortese utilizada.
Durante a competição, os classificadores poderão continuar observando os atletas. O objetivo é analisar todos os aspectos possíveis. O classificador poderá monitorar uma classificação durante vários eventos.
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