10 abril 2014

ENTIDADE DE SÃO PAULO LANÇA SERVIÇO INOVADOR NA REATECH PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

ICOM


Clientes buscam bem mais que bom atendimento, esperam soluções eficientes, claras e imediatas.
Atender bem clientes surdos é um desafio, pois eles utilizam outro idioma para se comunicar: a Libras - Língua Brasileira de Sinais.
O ICOM é um projeto inovador baseado em uma tecnologia avançada, que tem como objetivo facilitar a comunicação com pessoas que falam diferentes idiomas.

Como funciona?

Ao receber um cliente surdo, basta chamar a Central de tradução simultânea para estabelecer uma comunicação por vídeo, com a participação de intérpretes qualificados e fluentes em Libras. É como uma videoconferência. O ICOM realiza a triangulação da comunicação entre a pessoa surda e a empresa com a mediação remota de um intérprete.


Imagine sua empresa atendendo clientes em qualquer idioma com toda facilidade. Um serviço disponível o tempo todo e ao alcance de um click.
Foram adotados parâmetros operacionais de alto nível, consequentemente as chamadas são de ótima qualidade e atendidas prontamente. Fornece registros detalhados das ligações efetuadas. Emite relatórios gerenciais com volume e distribuição das ligações, tempo dos atendimentos, quantidade de ligações atendidas, tempo de espera do cliente e muitas outras informações. Todas as chamadas são gravadas e armazenadas por dois anos.
Oferecemos uma solução completa com fornecimento de todo o equipamento, o suporte e a assistência técnica em um único pacote de vantagens. A adesão ao serviço assegura uma franquia mensal de minutos para a sua comunicação. O ICOM chegou para facilitar a comunicação da sua empresa, ampliando e agregando valor ao seu negócio. Esta é uma iniciativa da AME, uma organização dedicada a buscar soluções para viabilizar a participação social de pessoas com deficiência. Há 24 anos, investe no desenvolvimento de serviços, inserindo no mercado de trabalho, de consumo, de lazer e de educação, milhares de pessoas com deficiência.



07 abril 2014

SEXUALIDADE DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

A sexualidade das pessoas com deficiência é motivo de muita curiosidade e por mais que não digam muitas vezes o tema roda na mente de muitas pessoas. 

O programa lado bi do portal uol fez uma edição bem legal que vale a pena ouvir, bora ?

O programa. 

Ok, se você não ouvir vai perder o Jairo Marques ta lá, rsrsrs.

17 fevereiro 2014

Jovem com síndrome de Down é aprovado para o Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão


Genilson Protásio Filho foi acompanhado dos pais Crédito da foto: Paulo Soares
Genilson Protásio Filho foi acompanhado dos pais
Crédito da foto: Paulo Soares
Na última semana, o adolescente Genilson Protásio Filho ingressou no curso de técnico em informática do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), tendo sido aprovado em primeiro lugar, entrando pelas cotas destinadas a pessoas com deficiência. Ele se tornou o primeiro estudante com síndrome de Down da instituição.
A escolha do curso e a decisão de participar do seletivo foram do próprio estudante. Ele não escolheu a formação por acaso. Desde criança, o adolescente demonstrou facilidade com jogos eletrônicos e informática, tanto que a família lhe deu um computador e agora comprará um tablet, que é necessário para o curso do IFMA. “Eu sempre gostei de mexer em máquinas, de desmontar os brinquedos para saber como eles funcionam”, revela Genilson Filho.
Mas foi a direção da Escola Educar, percebendo as habilidades de Genilson para a área, já que no 9º ano ele participou da turma de robótica, que sugeriu à família que o estudante prestasse seletivo para uma instituição de ensino que também oferecesse curso técnico. “Eu fiquei na dúvida de onde matriculá-lo, pensei até em colocá-lo em alguma escola privada, mas conversamos com ele e ele escolheu fazer técnico em informática no IFMA”, conta Rosanilce Ribeiro, mãe de Genilson Filho.
Quando O Estado chegou em sua casa para a entrevista, ele conversava com amigos pelo celular usando o aplicativo de mensagens instantâneas mais popular da atualidade, o WhatsApp. “A gente percebeu desde cedo que ele gostava e tinha habilidade em informática, mas nós também sempre o incentivamos, tanto que compramos um computar e demos um celular”, diz Rosanilce.
No dia do seletivo, ele teve uma hora a mais para responder às questões e contou com o auxílio de um ledor para poder preencher o gabarito da prova. As aulas no IFMA começaram dia 22 de janeiro, mas só na quinta-feira (6) Genilson começou a frequentar o curso. No início da semana, ele e a mãe foram até o IFMA conhecer as instalações da instituição e seus colegas de turma, a quem já foi devidamente apresentado. “A gente também conversou com a psicopedagoga do IFMA para saber como serão as aulas”, informa a mãe.
Perfil – Genilson Filho é um adolescente introspectivo e, em seus momentos de lazer, gosta de ficar em casa jogando videogame, mas, junto com a família, ele participa de atividades que promovam a inclusão social de pessoas com algum tipo de deficiência. No ano passado, ele foi eleito presidente da Juventude do Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência, em São Luís, movimento iniciado pelos seus pais após o seu nascimento, e participa de diversos eventos pelo estado. No mês passado, ele acompanhou o pai ao interior do estado, onde foi implantado mais um conselho municipal.
Especialistas destacam que não existem graus de síndrome de Down. O desenvolvimento dos indivíduos com a trissomia está intimamente relacionado ao estímulo e incentivo que recebem, sobretudo nos primeiros anos de vida. E o apoio dos pais foi fundamental para que Genilson Filho pudesse desenvolver suas habilidades. “Genilson nasceu de oito meses. Quando ele nasceu, a gente não sabia nada sobre a síndrome de Down, mas os médicos sempre disseram que Genilson podia ter um desenvolvimento normal, então nós procuramos entender o que era a síndrome”, conta Rosanilce Robeiro.
O primeiro contato da família com alguma fonte de informação fora dos consultórios médicos foi por meio do livro Muito prazer, eu existo, de Claudia Werneck, o primeiro livro escrito no Brasil sobre síndrome de Down para leigos. Então, em 1998, quando Genilson tinha apenas 2 anos, a família começou a participar de fóruns, eventos e congressos. “Eu fui a um congresso em Brasília e vi muitas pessoas com síndrome de Down fazendo dança, teatro e uma série de outras atividades comuns, então eu disse que queria que meu filho fosse uma criança como todas as outras”, lembra Rosanilce Ribeiro.
Ambiente escolar – Se a busca por informação e incentivo por parte da família é fundamental para que a criança com síndrome de Down possa se desenvolver, a inclusão no ambiente escolar é necessária para que ele aprenda a viver em sociedade. E este foi outro grande desafio para a família. Rosanilce queria que o filho estudasse em uma escola regular. Então buscou uma escola em que ele pudesse cursar as disciplinas normais em salas comuns. Com a ajuda de fonoaudiólogos e psicopedagogos, ela conseguiu adaptar as avaliações às necessidades do filho.
A mãe de Genilson Filho destacou que as escolas precisam ter disponibilidade para receber pessoas com deficiência. “Não é imprescindível que a escola tenha turma especial e professoras com especialização em educação especial para incluir a criança portadora de algum tipo de deficiência. O primordial é ter disponibilidade. E a escola onde eu matriculei Genilson se abriu para ele. Além das disciplinas regulares, ele fez teatro, coral, robótica”, conta.
Agora, Genilson e a família se preparam para outro desafio, o IFMA. “O IFMA tem alunos com diversos tipos de deficiência, mas Genilson vai ser o primeiro com síndrome de Down. Eu já conversei com a psicóloga da instituição para manter o mesmo padrão que eu tinha na antiga escola dele e ela disse que receber meu filho será um desafio também para ela, mas estamos prontos”, afirma a mãe.
Fonte: O Estado do Maranhão

03 fevereiro 2014

Série: COMENTANDO NOTÍCIAS SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Janeiro/2014


Este é o primeiro vídeo da série COMENTANDO NOTÍCIAS SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.
Nesta série iremos comentar as notícias do mês anterior, tomara que seja útil e colabore para fomentarmos politicas publicas para as pessoas com deficiência.
#Filho de Eduardo Campos tem Síndrome de Down

30 janeiro 2014

ESTE É O GOVERNO DA INCLUSÃO SOCIAL ?


Governo volta a atrasar Bolsa Atleta e nadadora protesta em rede social

POR PAULO
30/01/14  11:12


A nadadora paraolímpica Adriana Azevedo posta protesto no Facebook (Crédito: Reprodução/Facebook/Adriana Azevedo)
A nadadora paraolímpica Adriana Azevedo posta protesto no Facebook (Crédito: Reprodução/Facebook/Adriana Azevedo)
Em dezembro, a Folha publicou que o governo federal devia três meses de Bolsa Atleta, sob a alegação de um problema no contrato com a Caixa, que faz os pagamentos do programa.
Na semana seguinte, o Ministério do Esporte publicou comunicado dizendo que havia pagado duas das parcelas atrasadas.
Em janeiro, o problema voltou à tona. A pasta não pagou novamente os atletas brasileiros. Vários deles entraram em contato com a Folha, mas a principal manifestação veio pelo Facebook.
A nadadora paraolímpica Adriana Azevedo postou foto na qual aparece amordaçada, e cobra o repasse. “Sr. Ministro e Sra. Presidente da República, paguem nossa Bolsa Atleta. Precisamos treinar!”, escreveu em cartaz na foto publicada em sua conta na rede social.
Ela contou que, devido ao atraso, teve de cancelar compromissos atrelados ao esportes e cancelou participação em campeonatos.
O Ministério do Esporte foi procurado mas ainda não retornou o contato daFolha.
Abaixo, a íntegra do texto que Adriana publicou no Facebook:


O CIRCO SEM PALHAÇO.

Depois de 1 mês e 10 dias aguardando o pagamento retroativo de todas as parcelas devidas do programa Bolsa Atleta, hoje, dia 29 de Janeiro de 2014 (ano da Copa), recebemos a notícia que será pago apenas UMA parcela.
Uma infinidade de planos cancelados, contas atrasadas, treinamentos parados, vidas in off. E o Ministério do Esporte avisa “Não haverá prejuízo monetário aos atletas, pois quando ocorre qualquer atraso, o ME realiza os pagamentos de forma retroativa”.
Prejuízos incalculáveis!
A grande maioria dos atletas evitam falar por medo de represálias. Mas garanto, que represália maior que essa não existe! 
Pode cessar a voz, mas a atitude não!
Centros de treinamentos para os atletas e paratletas TOP’S são concluídos para o treinamento sem custos e com a melhor aparelhagem e profissionais… Alimentação balanceada, tranquilidade e apoio psicológico. E a ironia maior, é que os atletas que dependem exclusivamente da Bolsa, precisam se desenvolver a todo custo, com seus próprios recursos e esforços para se manter em treinamentos e competições. Alguns fazendo “vaquinhas” entre amigos e familiares, campanhas em semáforos e mendigando apoios em câmaras de vereadores. 
Cadê a Democracia desse país?
Conquistar o Bolsa Atleta, é uma tarefa árdua e sem tréguas. É nossa esperança maior de nos manter no esporte e assim obter nossa melhora de vida, tanto na saúde, quanto profissional.
Bolsa Atleta é um direito conquistado por mérito no esporte. Defendemos nosso Clube, Estado e País… É o mínimo de retribuição que o governo pode fazer pelos paratletas e atletas do Brasil.
Não vou me calar diante de uma parcela… Temos direito ao pagamento retroativo. Isso nos foi prometido!
Ficamos no aguardo de boas notícias… 

31 dezembro 2013

DIAS DE LÁGRIMAS

Esta série começou em um tempo muito difícil quando o meu sogro ficou doente, internado e infelizmente veio a falecer, ai como uma forma de expressar o carinho que sinto por ele comecei a escrever esta série DIAS DE LÁGRIMAS, foi bom porque algumas pessoas tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da historia dele também.
O fato é que a alguns anos a minha sogra esta doente também vitima de um AVC que paralisou um lado do seu corpo e anos depois outro que paralisou o outro lado, hoje ela esta totalmente dependente das pessoas inclusive pra se alimentar por uma sonda nasal que de vez em quando escapa ai temos que leva-la ao hospital para colocar.
Bom, tenho observado o comportamento de quem a cerca e a conduta principalmente dos filhos e netos entre eles a postura da minha mulher Gorete que tem feito o máximo para ajudar a sua mãe, hoje é 31 de dezembro de 2013, ultimo dia do ano, dia de festa, de alegria, de felicidade, de esquecer os problemas e fazer de conta que não temos nenhuma responsabilidade com aqueles que dedicaram suas vidas para que estivéssemos aqui,  hoje eu senti um orgulho enorme ao perceber que existem filhos como a Gorete e por isso resolvi voltar no Blog com a serie DIAS DE LÁGRIMAS.
Aguardem as novas postagens.

Leia os outros posts da série:
16/10/2010 VELÓRIO

14/10/2010 NOTÍCIA DE FALECIMENTO

21/08/2010 ALERTA

29/05/2009 QUEM AMA FAZ

Maria Gorete Cortez de Assis (Vice-Presidente do CEAPcD) visitou o Memorial da Inclusão em 2013

A Maria Gorete Cortez de Assis (Vice-Presidente do CEAPcD) visitou o Memorial da Inclusão em 2013 e pode explorar dois bonecos que estavam expostos.
Os Bonecos são cadeirantes em tamanho natural sendo
 um menino e uma menina e o menino alem de cadeirante é cego.

23 dezembro 2013

FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO PARA TODOS E QUE DEUS ABENÇOE CADA VISITANTE DO BLOG.

Sempre reclamamos de algumas coisas e não percebemos que nosso sofrimento não é nada se comparado ao sofrimento de quem muitas vezes esta do nosso lado.
Reclame menos e agradeça mais, garanto que assim tudo vai melhorar pra você.
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO PARA TODOS E QUE DEUS ABENÇOE CADA VISITANTE DO BLOG.


IMAGE: José Maria e o menino Jesus andando no deserto, Maria e Jesus montados em um burro e José andando do lado.
As frases: ENTÃO VOCÊ ACHA QUE A SUA VIDA NÃO É FÁCIL !
DIGA-ME, ONDE VOCÊ NASCEU ?

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