23 de mar de 2015

Todo o dia é o ''dia '' para alguma luta.

   
No último sábado, dia 21 de março, foi celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Em datas como essa, um papel fundamental é cumprido. Porque, para quem milita pela inclusão das pessoas com deficiência, é vital estabelecer um diálogo com a sociedade acerca das nossas prioridades. Quando o Romário entra em campo com a filha Ivy , portadora de Síndrome de Down , antes de um jogo de futebol tão relevante , um Flamengo e  Vasco , uma mensagem é transmitida . Com certeza, um recado foi dado para todos os que estiveram ontem no Maracanã. A mesma deixa foi dada para os que assistiram ao jogo pela TV.

  É bem verdade que, de imediato, ao considerar a grande massa de torcedores apaixonados pelo futebol, apenas importe o resultado da partida. No entanto, a figura do Romário é capaz de mobilizar um contingente considerável, formado pelos amantes do esporte mais popular do planeta. Daí, é possível se dar o próximo passo: direcionar a atenção deles para um valioso fator extra campo.  Pois, quem gosta do futebol, aplaudiu a genialidade do Romário enquanto jogador, reconhece seus méritos como político, a partir da causa por ele defendida. Para quem já vibrou com os gols do baixinho, a associação feita com a luta pela conscientização da Síndrome de Down é instantânea.

  Mesmo assim, existem outas datas com o mesmo apelo, que visam cumprir a mesma finalidade. No dia 02 de abril, será a vez do Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Não temos ainda um nome com o impacto do Romário associado a esta causa. Mas, podemos prestar um auxílio à essa luta. Hoje em dia, com a importância das redes sociais na nossa vida cotidiana, por que não usarmos isso a nosso favor? Uma vez tendo verificado a data, todos podem compartilhar notícias à respeito do autismo.

Com boa informação, nós reforçamos um antídoto contra o preconceito, alimentamos as obras daqueles que prestam bons serviços à luta e ajudamos a fortalecer um ideal de justiça, integração e igualdade. Cada vez ligamos a TV, assistimos a um telejornal, fica a crença de estarmos vivendo em mundo doente. Isso, se for verdade, atende à sinalização da informação que nos é passada. Diante disso, podemos atuar nas redes sociais como agentes da informação a ser passada.

  Então, antes de passar ao seu amigo o post daquela piada engraçada, emitir o seu protesto contra o atual governo, que tal ajudar nesse trabalho de conscientização sobre o autismo? Primeiro, saber o assunto, como isso acontece e atinge as pessoas Depois, divulgar algumas ações que já trabalham a questão com propriedade. Ainda que você não tenha parente ou conhecido seu com autismo, já poderá ver o Jornal Nacional com alguma paz de espírito. Haverá em você a sensação de estar fazendo o bem, independentemente do último ataque terrorista anunciado. Galera, podemos e devemos promover a cidadania aos apertamos um botão, basta um click para ajudarmos esta e muitas outras causas. Afinal ,todas elas visam atingir a um mesmo princípio: a integração plena das pessoas com deficiência na sociedade.

  Seguem abaixo alguns link´s de entidades que trabalham com o autismo,além de alguns artigos capazes de tirar dúvidas frequentes sobre o assunto:








Um abraço para todos

André Nóbrega

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