27 abril 2014

NÃO SEI O QUE É PIOR: NÃO INCLUIR OU FAZER DE CONTA QUE INCLUI



Na entrevista do Felipão no fantástico do dia 27 de Abril de 2014 a repórter cadeirante Flavia Cintra esta totalmente deslocada no cenário em um plano aberto a câmara pega todos e apenas as pernas dela.
Literalmente fora da roda. ‪#‎lamentável‬

25 abril 2014

EQUIPAMENTO AJUDA NA INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS EM ÓRGÃOS PÚBLICOS


A entidade AME apresenta na reatech um serviço que pode ajudar muito na eliminação de barreiras da comunicação que atrapalha na inclusão das pessoas com deficiência auditiva na sociedade.
O ICON é um equipamento que utiliza de tecnologia para que as pessoas surdas que sabem libras possam se comunicar em órgãos públicos com os atendentes através de um interprete que fica em uma central.

24 abril 2014

VOCÊ SABE COMO CONTRATAR O CRÉDITO ACESSIBILIDADE DO BANCO DO BRASIL ?

Como contratar o BB Crédito Acessibilidade


1º Passo: Confira se o produto pode ser financiadoConsulte se o produto que será adquirido pode ser financiado por meio do BB Crédito Acessibilidade. Clique aqui para acessar a lista de bens passíveis de financiamento.

2º Passo: Simulação do financiamento

Procure uma agência do Banco do Brasil para saber mais informações sobre a linha e informe-se a respeito da sua situação cadastral e qual o limite disponível para financiamento. Para isso, leve seus documentos pessoais (identidade, CPF, comprovante de renda e endereço).
De posse dessas informações, solicite a simulação do seu financiamento para saber o valor das parcelas, quantidade de prestações e prazo de pagamento. 

3º Passo: Compra do produtoApós tirar todas as dúvidas e confirmar a possibilidade de contratação do BB Crédito Acessibilidade na agência, você poderá adquirir o produto em qualquer estabelecimento comercial legalmente constituído no país.

Para garantir um bom negócio na hora da compra, vale lembrar da dica de sempre pesquisar o valor do bem ou serviço em mais de um estabelecimento comercial.

4º Passo: Contratação do financiamento

Após a compra do produto, leve a nota ou cupom fiscal até a agência Banco do Brasil para efetivar a contratação do financiamento. A liberação do crédito é feita diretamente na sua conta-corrente.

Importante: é necessário que a nota ou cupom fiscal esteja no nome do cliente, contenha a descrição do produto e apresente data de emissão de no máximo 30 dias antes da contratação.

Apenas para os itens adaptação de imóveis, além de seguir o passo a passo acima, você terá que apresentar uma relação de documentos complementares. Clique aqui para acessar a documentação específica desses itens. 

Caso existam dúvidas, compareça a uma agência Banco do Brasil e saiba mais informações.

15 abril 2014

OBESIDADE: RISCO TAMBÉM PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

A quantidade de pessoas com excesso de peso aumenta em todo o mundo e esse número chega a ser duas ou três vezes maior entre pessoas com deficiência.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no segundo semestre de 2010, pesquisa que mostra que metade da população adulta do País (a partir de 20 anos) está acima do peso. No entanto, não existem estatísticas que indiquem se estes dados são maiores ou menores na população com deficiência – o que se sabe é que algumas deficiências ou algumas doenças acarretam mais chances de desenvolver a obesidade.

Em países como os Estados Unidos, a obesidade já vem sendo tratada como epidemia. No Brasil, essa mesma pesquisa do IBGE indicou que o excesso de peso em homens subiu consideravelmente, de 18,5% para 50,1%, em 2008-09, e o das mulheres, que era de 28,7%, foi para 48%. “Os índices de obesidade têm aumentado em todo o mundo, e não é diferente no Brasil. Inclusive, os indicadores apontam para o crescimento de obesos, não só entre adultos, como também no grupo de crianças e adolescentes. Atualmente, muitos fatores têm contribuído para isso, como maior sedentarismo, aumento no consumo de alimentos ricos em açúcares, gorduras e sal, lanches
fast food, entre outros”, explica Solange de Oliveira Saavedra, gerente técnica do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Vale lembrar o conceito que a medicina dá para a obesidade: “Obesidade é um distúrbio da composição corporal definido pelo excesso absoluto ou relativo de gordura corporal e caracterizado por diversas manifestações clínicas singulares. Também pode ser medido pelo Índice de Massa Corporal (IMC) – peso da pessoa dividido por sua altura ao quadrado – acima de 30”, explica Dr. Cley Rocha de Farias, médico endocrinologista do
Hospital das Clínicas da FMUSP.

Com as pessoas com deficiência, esse contexto não é diferente e, para alguns tipos de deficiência, é até pior. “A porcentagem de obesos é elevada, chegando a cerca de duas a três vezes maior, pois essa população tem o gasto energético diário diminuído, que, associado a motivos emocionais, aumenta a ingestão calórica”, explica Dra. Cláudia Cozer, endocrinologista e membro da diretoria da
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO). Ela lembra também que algumas situações aumentam as chances de a pessoa ter excesso de peso, como Síndrome de Down e Turner, acidentes na coluna vertebral e doenças neuromusculares.

No caso da Síndrome de Down (SD), os pacientes tendem a apresentar um abdômen saliente e tecido adiposo (gorduroso) abundante. “Além disso, eles têm dificuldades para se alimentar e para deglutir, o que pode afetar o seu estado nutricional. Mesmo assim, essas pessoas tem grande probabilidade de apresentar um alto índice de problemas de sobrepeso e obesidade, mesmo com ingestão insuficiente de vitaminas e minerais”, afirma Solange.

Segundo a nutricionista, outro fator que contribui diretamente para essa tendência de excesso de peso é que os indivíduos com Síndrome de Down apresentam um metabolismo basal - quantidade calórica ou energética que o corpo utiliza durante o repouso para o funcionamento de todos os órgãos - cerca de 10 a 15% mais baixo em relação a outros grupos da população. “Como consequência, as crianças com Síndrome de Down gastam menos energia e estarão sujeitas a um ganho maior de peso, podendo chegar à obesidade. Além disso, existe uma tendência a hiperfagia – ingestão compulsiva de alimentos – e episódios compulsivos por alteração no centro hipotalâmico da fome/saciedade, além de terem menor tônus muscular e menor metabolismo”, explica a Dra. Cláudia Cozer.

Há também pessoas com a
Síndrome de Prader-Willi, uma alteração genética, mais frequente em mulheres, que gera um índice de obesidade de 100%. Essa síndrome pode levar à baixa estatura, deficiência intelectual e instabilidade emocional. “Em geral, essas pessoas apresentam uma hipotonia severa (pouco tônus muscular) e problemas alimentares na primeira infância, como fome insaciável, hiperfagia e obesidade mórbida”, explica Dr. Cley Rocha de Farias.

O médico também ressalta que outras duas síndromes relacionadas a pessoas com deficiência levam à obesidade:
Bardet-Biedl e Laurence-Moon. “Ambas causam excesso de peso, estatura baixa, deficiência visual e intelectual. As pessoas com Bardet-Biedl têm polidactilia e as com Laurence-Moon têm paraplegia. Essas síndromes são pouco conhecidas e afetam apenas 0,1% da população”, complementa.

Pessoas com lesão medular também devem se preocupar com o aumento de peso. Além de estarem mais propensos ao sedentarismo, esses indivíduos podem ter funções metabólicas e hormonais afetadas, com disfunção em hormônios produzidos pela hipófise, pela adrenal e pela tireóide, que juntos controlam produção de insulina, hormônio de crescimento e outros.

Problemas causados pelo excesso de peso

A obesidade é considerada uma doença crônica multifatorial, e pode estar diretamente relacionada a diversos agravos à saúde, tanto do ponto de vista físico, como psicológico e até social. Médicos e demais profissionais que estudam este assunto apontam a relação que existe entre a obesidade e doenças cardiovasculares, hipertensão e colesterol elevado. Sabe-se também que, quanto maior o peso, mais risco a pessoa corre de se tornar diabética.

O que fazer para evitar a obesidade?



As recomendações sobre como evitar o excesso de peso não são muito diferentes para pessoas com ou sem deficiência. Em geral, o mais recomendado é que a pessoa com deficiência com excesso de peso busque auxílio do médico, nutricionista, psicólogo e educador físico. O trabalho em conjunto desses profissionais garante um resultado mais efetivo.
Solange orienta que, sempre que possível, uma avaliação individualizada deve ser feita. “Cada pessoa tem necessidades distintas, de acordo com sexo, idade, biotipo, momento fisiológico (infância, adolescência, gestação, terceira idade, etc.), atividades que desenvolve (físicas e/ou profissionais), hábitos alimentares, se há alguma enfermidade que precisa ser considerada, entre outros fatores detectados durante anamnese alimentar”, explica.

Com base nesse levantamento, todos os envolvidos devem ser orientados sobre a melhor forma de conduzir a alimentação, para garantir boas condições de saúde, o que refletirá em qualidade de vida, independente da deficiência da pessoa em questão.

Mas além da alimentação, que tem por finalidade fornecer energia e nutrientes em quantidades diárias necessárias, deve-se aliar alguma atividade física regular, que será útil para manter um peso adequado e reduzir os riscos de doenças associadas à obesidade. “Porém, essa atividade deve sempre ser adequada ao biotipo da pessoa, às suas condições de vida e de saúde e às suas limitações ou deficiências”, orienta Solange. “A prática esportiva, inclusive, pode ajudar muitas pessoas a superarem suas deficiências e até se tornarem atletas paraolímpicos, que muito têm orgulhado o nosso país nos últimos anos, dando lições de vida para todos nós”.

Dicas:

- Fazer várias refeições ao dia (5 a 6), e em pequenos volumes por vez. Isso facilita a digestão e evita a sensação de fome, o que pode provocar um consumo exagerado na refeição seguinte;

- Mastigar bem os alimentos para propiciar uma melhor digestão;

- Consumir frutas, legumes e verduras diariamente para garantir vitaminas, minerais e mais fibras na alimentação, o que vai ajudar no bom funcionamento intestinal e evitar a prisão de ventre;

- Consumir diariamente alimentos fonte de cálcio (leite, queijo, iogurte, peixes, vegetais de folha verde escura, como espinafre, agrião, rúcula, brócolis, couve, etc.);

- Dar preferência aos alimentos integrais do tipo: arroz, pães, farinhas, bolachas, farelos de cereais, etc.

- Consumir menores quantidades de açúcar e doces, para evitar fermentação intestinal e a formação de gases (flatulência), além de diminuir o consumo calórico;

- Evitar o consumo de frituras e alimentos gordurosos, como toucinho, peles de frango, maioneses, etc., para controle do peso e do colesterol;

- Moderar no uso de sal e temperos prontos (estes têm muito sódio) para manter a pressão arterial estável;

- Evitar beber líquidos durante as refeições; deixar para os intervalos (facilita a digestão);

- Beber, no mínimo, 2 litros de líquidos por dia, de preferência água, para manter o corpo hidratado;


- Evitar o consumo de refrigerantes e bebidas alcoólicas (não fornecem calorias de valor nutricional)


10 abril 2014

ENTIDADE DE SÃO PAULO LANÇA SERVIÇO INOVADOR NA REATECH PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

ICOM


Clientes buscam bem mais que bom atendimento, esperam soluções eficientes, claras e imediatas.
Atender bem clientes surdos é um desafio, pois eles utilizam outro idioma para se comunicar: a Libras - Língua Brasileira de Sinais.
O ICOM é um projeto inovador baseado em uma tecnologia avançada, que tem como objetivo facilitar a comunicação com pessoas que falam diferentes idiomas.

Como funciona?

Ao receber um cliente surdo, basta chamar a Central de tradução simultânea para estabelecer uma comunicação por vídeo, com a participação de intérpretes qualificados e fluentes em Libras. É como uma videoconferência. O ICOM realiza a triangulação da comunicação entre a pessoa surda e a empresa com a mediação remota de um intérprete.


Imagine sua empresa atendendo clientes em qualquer idioma com toda facilidade. Um serviço disponível o tempo todo e ao alcance de um click.
Foram adotados parâmetros operacionais de alto nível, consequentemente as chamadas são de ótima qualidade e atendidas prontamente. Fornece registros detalhados das ligações efetuadas. Emite relatórios gerenciais com volume e distribuição das ligações, tempo dos atendimentos, quantidade de ligações atendidas, tempo de espera do cliente e muitas outras informações. Todas as chamadas são gravadas e armazenadas por dois anos.
Oferecemos uma solução completa com fornecimento de todo o equipamento, o suporte e a assistência técnica em um único pacote de vantagens. A adesão ao serviço assegura uma franquia mensal de minutos para a sua comunicação. O ICOM chegou para facilitar a comunicação da sua empresa, ampliando e agregando valor ao seu negócio. Esta é uma iniciativa da AME, uma organização dedicada a buscar soluções para viabilizar a participação social de pessoas com deficiência. Há 24 anos, investe no desenvolvimento de serviços, inserindo no mercado de trabalho, de consumo, de lazer e de educação, milhares de pessoas com deficiência.



07 abril 2014

SEXUALIDADE DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

A sexualidade das pessoas com deficiência é motivo de muita curiosidade e por mais que não digam muitas vezes o tema roda na mente de muitas pessoas. 

O programa lado bi do portal uol fez uma edição bem legal que vale a pena ouvir, bora ?

O programa. 

Ok, se você não ouvir vai perder o Jairo Marques ta lá, rsrsrs.

17 fevereiro 2014

Jovem com síndrome de Down é aprovado para o Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão


Genilson Protásio Filho foi acompanhado dos pais Crédito da foto: Paulo Soares
Genilson Protásio Filho foi acompanhado dos pais
Crédito da foto: Paulo Soares
Na última semana, o adolescente Genilson Protásio Filho ingressou no curso de técnico em informática do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), tendo sido aprovado em primeiro lugar, entrando pelas cotas destinadas a pessoas com deficiência. Ele se tornou o primeiro estudante com síndrome de Down da instituição.
A escolha do curso e a decisão de participar do seletivo foram do próprio estudante. Ele não escolheu a formação por acaso. Desde criança, o adolescente demonstrou facilidade com jogos eletrônicos e informática, tanto que a família lhe deu um computador e agora comprará um tablet, que é necessário para o curso do IFMA. “Eu sempre gostei de mexer em máquinas, de desmontar os brinquedos para saber como eles funcionam”, revela Genilson Filho.
Mas foi a direção da Escola Educar, percebendo as habilidades de Genilson para a área, já que no 9º ano ele participou da turma de robótica, que sugeriu à família que o estudante prestasse seletivo para uma instituição de ensino que também oferecesse curso técnico. “Eu fiquei na dúvida de onde matriculá-lo, pensei até em colocá-lo em alguma escola privada, mas conversamos com ele e ele escolheu fazer técnico em informática no IFMA”, conta Rosanilce Ribeiro, mãe de Genilson Filho.
Quando O Estado chegou em sua casa para a entrevista, ele conversava com amigos pelo celular usando o aplicativo de mensagens instantâneas mais popular da atualidade, o WhatsApp. “A gente percebeu desde cedo que ele gostava e tinha habilidade em informática, mas nós também sempre o incentivamos, tanto que compramos um computar e demos um celular”, diz Rosanilce.
No dia do seletivo, ele teve uma hora a mais para responder às questões e contou com o auxílio de um ledor para poder preencher o gabarito da prova. As aulas no IFMA começaram dia 22 de janeiro, mas só na quinta-feira (6) Genilson começou a frequentar o curso. No início da semana, ele e a mãe foram até o IFMA conhecer as instalações da instituição e seus colegas de turma, a quem já foi devidamente apresentado. “A gente também conversou com a psicopedagoga do IFMA para saber como serão as aulas”, informa a mãe.
Perfil – Genilson Filho é um adolescente introspectivo e, em seus momentos de lazer, gosta de ficar em casa jogando videogame, mas, junto com a família, ele participa de atividades que promovam a inclusão social de pessoas com algum tipo de deficiência. No ano passado, ele foi eleito presidente da Juventude do Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência, em São Luís, movimento iniciado pelos seus pais após o seu nascimento, e participa de diversos eventos pelo estado. No mês passado, ele acompanhou o pai ao interior do estado, onde foi implantado mais um conselho municipal.
Especialistas destacam que não existem graus de síndrome de Down. O desenvolvimento dos indivíduos com a trissomia está intimamente relacionado ao estímulo e incentivo que recebem, sobretudo nos primeiros anos de vida. E o apoio dos pais foi fundamental para que Genilson Filho pudesse desenvolver suas habilidades. “Genilson nasceu de oito meses. Quando ele nasceu, a gente não sabia nada sobre a síndrome de Down, mas os médicos sempre disseram que Genilson podia ter um desenvolvimento normal, então nós procuramos entender o que era a síndrome”, conta Rosanilce Robeiro.
O primeiro contato da família com alguma fonte de informação fora dos consultórios médicos foi por meio do livro Muito prazer, eu existo, de Claudia Werneck, o primeiro livro escrito no Brasil sobre síndrome de Down para leigos. Então, em 1998, quando Genilson tinha apenas 2 anos, a família começou a participar de fóruns, eventos e congressos. “Eu fui a um congresso em Brasília e vi muitas pessoas com síndrome de Down fazendo dança, teatro e uma série de outras atividades comuns, então eu disse que queria que meu filho fosse uma criança como todas as outras”, lembra Rosanilce Ribeiro.
Ambiente escolar – Se a busca por informação e incentivo por parte da família é fundamental para que a criança com síndrome de Down possa se desenvolver, a inclusão no ambiente escolar é necessária para que ele aprenda a viver em sociedade. E este foi outro grande desafio para a família. Rosanilce queria que o filho estudasse em uma escola regular. Então buscou uma escola em que ele pudesse cursar as disciplinas normais em salas comuns. Com a ajuda de fonoaudiólogos e psicopedagogos, ela conseguiu adaptar as avaliações às necessidades do filho.
A mãe de Genilson Filho destacou que as escolas precisam ter disponibilidade para receber pessoas com deficiência. “Não é imprescindível que a escola tenha turma especial e professoras com especialização em educação especial para incluir a criança portadora de algum tipo de deficiência. O primordial é ter disponibilidade. E a escola onde eu matriculei Genilson se abriu para ele. Além das disciplinas regulares, ele fez teatro, coral, robótica”, conta.
Agora, Genilson e a família se preparam para outro desafio, o IFMA. “O IFMA tem alunos com diversos tipos de deficiência, mas Genilson vai ser o primeiro com síndrome de Down. Eu já conversei com a psicóloga da instituição para manter o mesmo padrão que eu tinha na antiga escola dele e ela disse que receber meu filho será um desafio também para ela, mas estamos prontos”, afirma a mãe.
Fonte: O Estado do Maranhão

03 fevereiro 2014

Série: COMENTANDO NOTÍCIAS SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Janeiro/2014


Este é o primeiro vídeo da série COMENTANDO NOTÍCIAS SOBRE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.
Nesta série iremos comentar as notícias do mês anterior, tomara que seja útil e colabore para fomentarmos politicas publicas para as pessoas com deficiência.
#Filho de Eduardo Campos tem Síndrome de Down

30 janeiro 2014

ESTE É O GOVERNO DA INCLUSÃO SOCIAL ?


Governo volta a atrasar Bolsa Atleta e nadadora protesta em rede social

POR PAULO
30/01/14  11:12


A nadadora paraolímpica Adriana Azevedo posta protesto no Facebook (Crédito: Reprodução/Facebook/Adriana Azevedo)
A nadadora paraolímpica Adriana Azevedo posta protesto no Facebook (Crédito: Reprodução/Facebook/Adriana Azevedo)
Em dezembro, Folha publicou que o governo federal devia três meses de Bolsa Atleta, sob a alegação de um problema no contrato com a Caixa, que faz os pagamentos do programa.
Na semana seguinte, o Ministério do Esporte publicou comunicado dizendo que havia pagado duas das parcelas atrasadas.
Em janeiro, o problema voltou à tona. A pasta não pagou novamente os atletas brasileiros. Vários deles entraram em contato com a Folha, mas a principal manifestação veio pelo Facebook.
A nadadora paraolímpica Adriana Azevedo postou foto na qual aparece amordaçada, e cobra o repasse. “Sr. Ministro e Sra. Presidente da República, paguem nossa Bolsa Atleta. Precisamos treinar!”, escreveu em cartaz na foto publicada em sua conta na rede social.
Ela contou que, devido ao atraso, teve de cancelar compromissos atrelados ao esportes e cancelou participação em campeonatos.
O Ministério do Esporte foi procurado mas ainda não retornou o contato daFolha.
Abaixo, a íntegra do texto que Adriana publicou no Facebook:


O CIRCO SEM PALHAÇO.

Depois de 1 mês e 10 dias aguardando o pagamento retroativo de todas as parcelas devidas do programa Bolsa Atleta, hoje, dia 29 de Janeiro de 2014 (ano da Copa), recebemos a notícia que será pago apenas UMA parcela.
Uma infinidade de planos cancelados, contas atrasadas, treinamentos parados, vidas in off. E o Ministério do Esporte avisa “Não haverá prejuízo monetário aos atletas, pois quando ocorre qualquer atraso, o ME realiza os pagamentos de forma retroativa”.
Prejuízos incalculáveis!
A grande maioria dos atletas evitam falar por medo de represálias. Mas garanto, que represália maior que essa não existe! 
Pode cessar a voz, mas a atitude não!
Centros de treinamentos para os atletas e paratletas TOP’S são concluídos para o treinamento sem custos e com a melhor aparelhagem e profissionais… Alimentação balanceada, tranquilidade e apoio psicológico. E a ironia maior, é que os atletas que dependem exclusivamente da Bolsa, precisam se desenvolver a todo custo, com seus próprios recursos e esforços para se manter em treinamentos e competições. Alguns fazendo “vaquinhas” entre amigos e familiares, campanhas em semáforos e mendigando apoios em câmaras de vereadores. 
Cadê a Democracia desse país?
Conquistar o Bolsa Atleta, é uma tarefa árdua e sem tréguas. É nossa esperança maior de nos manter no esporte e assim obter nossa melhora de vida, tanto na saúde, quanto profissional.
Bolsa Atleta é um direito conquistado por mérito no esporte. Defendemos nosso Clube, Estado e País… É o mínimo de retribuição que o governo pode fazer pelos paratletas e atletas do Brasil.
Não vou me calar diante de uma parcela… Temos direito ao pagamento retroativo. Isso nos foi prometido!
Ficamos no aguardo de boas notícias… 

Postagens mais visitadas